RADIOFREQUÊNCIA "INJETÁVEL" PARA FLACIDEZ ENTREGA CALOR SOB A PELE E TEM RESULTADOS EM UMA SESSÃO

30 Maio 2017

 

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Procedimento minimamente invasivo é aplicado sob a pele, com uma pequena sonda térmica que aquece tecidos subcutâneos. Apenas uma sessão é suficiente, de acordo com a dermatologista Dra. Thais Pepe

 Acaba de chegar ao Brasil a nova tecnologia ThermiTight, um equipamento com radiofrequência "injetável" que promete revolucionar o mercado, quebrando paradigmas da técnica convencional. Minimamente invasivo, aplicado por meio de uma sonda térmica que entrega calor aos tecidos subcutâneos, a radiofrequência de ThermiTight tem resultados em apenas uma sessão, de acordo com a dermatologista Dra. Thais Pepe, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia. "A radiofrequência monopolar aplicada internamente promove aquecimento nos tecidos subcutâneos, promovendo estímulo ao novo colágeno, com consequente firmeza e skin tightening", acrescenta.

De acordo com a dermatologista, ThermiTight é o nome de um protocolo que promove ‘dano controlado para enrijecimento da pele subdérmica’. Feito com o sistema ThermiRF, a dermatologista explica que, após um pequeno volume de solução anestésica injetada na área a ser tratada, uma pequena sonda é inserida sob a pele. 

O médico então aplica movimentos suaves para aquecer os tecidos subcutâneos para o nível desejado. "A maioria dos tratamentos dura menos de uma hora; o procedimento é indolor e pode ser feito no pescoço, no colo, nos braços, no abdômen, na cintura e nas coxas", explica. 

A pequena sonda térmica Smart Tip inserida sob a pele para aquecer os tecidos subcutâneos aquece a uma temperatura que vai de 40 a 46ºC. "Durante o procedimento ThermiTight, as temperaturas internas são monitoradas e reguladas por um sistema de computador. Além disso, a orientação da imagem térmica fornece ao médico a temperatura da superfície da pele em tempo real para assegurar a precisão do efeito de aquecimento, mantendo as temperaturas da pele segura", afirma.

De acordo com a médica, o downtime (tempo de recuperação) é de cinco dias em que o paciente fica com a pele inchada, dolorida e pode ter hematoma. "Os primeiros efeitos da técnica podem ser vistos após uma semana e os resultados finais após três meses", afirma. Não há contraindicação com relação a fototipos mais altos (o procedimento não causa hiperpigmentação pós-inflamatória).

Dra Thais Pepe: Dermatologista especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, membro da Sociedade de Cirurgia Dermatológica e da Academia Americana de Dermatologia. Diretora técnica da clínica Thais Pepe, tem publicações em revistas científicas e livros, além de ser palestrante nos principais Congressos de Dermatologia.




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