ULTRASSOM MICROFOCADO AJUDA A ACABAR COM FLACIDEZ DA REGIÃO DOS SEIOS EM UMA SESSÃO

19 Julho 2017

 

Megafocus age de dentro para fora, provocando coagulação térmica e produzindo novo colágeno ao mesmo tempo em que o músculo sofre contração imediata, tornando-se mais enrijecido.

 

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Com o passar do tempo e com as oscilações do tamanho dos seios (por perda ou ganho de peso), ocorre a perda de duas substâncias que garantem a manutenção da elasticidade da pele nessa região: o colágeno e a elastina. Para atuar contra a flacidez e restabelecer a firmeza da região, uma das apostas é o Megafocus, um ultrassom microfocado da plataforma Solon. Em apenas uma sessão, o procedimento estimula a produção de colágeno para acabar com a flacidez da região dos seios sem nenhuma interação com as glândulas mamárias. “Diferente de outros aparelhos, ele atinge também o músculo, enrijecendo-o e tornando-o mais firme”, explica o dermatologista Dr. Abdo Salomão, membro da Sociedade Brasileira de laser em Medicina e Cirurgia e da American Academy of Dermatology.

 

De acordo com o médico, o ultrassom microfocado entrega pontos de coagulação térmica (PCT) em uma série de linhas em duas profundidades: derme profunda (a 3 mm de profundidade) e na camada a 4,5 milímetros de profundidade). “A energia de ultrassom é focada em um ponto abaixo da superfície da pele, concentrando-se em uma área de aproximadamente de 1,5 mm cúbico por ponto. Trata-se de um tratamento cuja ação é dentro da pele não gerando nenhum tempo de inatividade”, explica.

O músculo sofre uma contração imediata ao ser atingido pelos pontos de coagulação, segundo o especialista. “Isso produz um efeito lifting, que pode apresentar evolução no período de três meses após o procedimento, quando o novo colágeno continua a ser produzido. O objetivo, então, é encurtar o músculo para tracionar a pele para cima, resultando em um efeito lifting não cirúrgico”, destaca.

 

Como age de dentro para fora, sem atingir a epiderme, a recuperação é imediata e a paciente pode voltar às atividades de rotina no mesmo dia. Apesar disso, o dermatologista explica que, nos locais tratados, pode ocorrer inchaço, eritema, hematoma ou apresentar formigamento e leve sensação de dor muscular. “Todos estes sintomas melhoram rapidamente. Não há períodos de inatividade”, completa.

A indicação é de uma sessão. “A melhora na flacidez começa a aparecer 20 dias após o início do tratamento, mas os melhores resultados, depois de 3 meses”.

As contraindicações são: gestantes, pacientes em tratamento com anticoagulantes, doença autoimune, diabetes, epilepsia, implantes, queloides e preenchedores. 

 

www.lmglasers.com.br 

 


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